"No Começo era o movimento. Não havia repouso porque não havia paragem do movimento. O repouso era apenas uma imagem demasiado vasta daquilo que se movia, uma imagem infinitamente fatigada que afrouxava o movimento. (...) Era possivel enfim olhar-se a si próprio numa imagem apaziguadora de si e do mundo. Era esquecer o movimento que continuava em silêncio no fundo dos corpos. Microscopicamente. Porque, como se passaria do movimento ao repouso se não houvesse já movimento no repouso?"
(JOSÉ, Gil, Movimento Total o Corpo e a Dança, Relógio D'Água, 2001, p.13)
terça-feira, 17 de março de 2009
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