De que modo ladra a minha personalidade? Não posso fazer de cão a sério, pois não sou um cão. Tenho de encontrar o cão possível dentro de mim. O meu "eu" canino. Não posso procurar fazer melhor de cão do que o cão que trago comigo. Ele é sem dúvida melhor cão que eu.
Nada nos impede de descobrir em que nos assemelhamos a um cão. Agora reajo: mantenho a minha voz natural e começo a utilizar os dentes sem imitar a voz de um cão. Há diferenças. Há sempre diferenças entre o cão que há em mim e o cão que trago comigo. Explora-se as possibilidades da imaginação vocal.
O cão que há em mim fala assim.
2 comentários:
É bom saber que se trabalha o TEATRO por aqui!
Aõ Aõ!
Felicidades
RG
que cão? que animal?
a ana rosa mendes é um grande animal!! =P
e a stat... ui ui =)
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